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Fundição também amplia a licença maternidade para 180 dias
Com relação à proposta econômica, a bancada patronal apresentará contraproposta amanhã, sexta, dia 3.
Além da bancada patronal do Grupo 3 (que reúne os setores de autopeças, forjaria e parafusos), a bancada do setor de Fundição também concordou em ampliar a licença maternidade de 120 dias (quatro meses) para 180 dias (seis meses). A FEM-CUTSP se reuniu com a bancada na manhã desta quarta, 1º de setembro, na sede da FEM-CNM-CUT,
em São Bernardo do Campo.
A nova cláusula fará parte da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que valerá a partir de 1º de setembro (data-base da categoria). A cláusula respeitará a redação do programa “Empresa Cidadã da Receita Federal” – criado pela lei federal 11.770 que entrou em vigor em janeiro deste ano que beneficia a mãe trabalhadora com o aumento da licença maternidade de 120 para 180 dias e a empresa participante com a dedução de impostos. A adesão ao programa tanto da empresa quanto da trabalhadora é voluntária.
Aumento salarial
Com relação à proposta econômica, a bancada da Fundição apresentará uma nova contraproposta para a Federação na sexta-feira, dia 3 de setembro. “Ficamos felizes que, além do G3, a Fundição também estenderá às trabalhadoras metalúrgicas a licença maternidade de seis meses. Estamos confiantes de que na sexta fecharemos um bom acordo”, frisa Valmir Marques (Biro Biro).
Na semana passada, a bancada da Fundição ofereceu 6,53% (INPC + 2,5% de aumento real – proposta apresentada no ano passado), que foi reprovada pela Federação na mesa de negociação. A fórmula do reajuste salarial corresponde à soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo IBGE, da data-base da categoria, 1º de setembro, estimado em 4,3%, e mais o percentual do aumento real.
Ao todo, estão
em Campanha Salarial cerca de 15 mil metalúrgicos nas empresas de Fundição na base da FEM-CUTSP em todo o Estado.
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