CNM/CUT completa 26 anos de história

A Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) faz 26 anos de história e de lutas em defesa da classe trabalhadora.

 

Os (as) metalúrgicos (as) foram a primeira categoria a organizar-se enquanto ramo no interior da CUT, cumprindo deliberação do 3º Congresso Nacional da Central, realizado em 1988. A entidade foi estruturada como Departamento Nacional em 1989. Em 1992, quando as primeiras lutas unificadas da categoria já começavam a ganhar impulso, o 2º Congresso Nacional dos (as) Metalúrgicos (as) da CUT transformou o Departamento na Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT. Assim, no dia 23 de março de 1992 era fundada a nova entidade sindical nacional da categoria.

 

Em uma conjuntura de ataque aos direitos sociais e trabalhistas, promovida pelo governo ilegítimo de Michel Temer, o presidente da Confederação desta a união de todos (as) trabalhadores (as) na indústria. “O desafio é construirmos uma Confederação de Trabalhadores na Indústria, que contraponha a entidade patronal da Confederação Nacional da Indústria. O Macrossetor da Indústria da CUT, que reúne metalúrgicos, químicos, têxteis e trabalhadores na alimentação e na construção, vem para consolidar nossas lutas e pode ser o início desta entidade”, explicou.

 

Entre as principais lutas dos metalúrgicos e metalúrgicas de todo o país ao longo da história é a conquista do Contrato Coletivo Nacional de Trabalho (CCNT), que tem o objetivo de diminuir as desigualdades econômicas regionais, propondo a redução da jornada de trabalho e a constituição de um piso salarial nacional.

 

“O nosso trabalho é de unificar e avançar na luta do CCNT. Trabalhador e trabalhadora que exerce a mesma função deve ter direitos iguais. A Confederação sempre esteve na defesa de mais e melhores empregos na indústria brasileira, visando o desenvolvimento sustentável e a soberania nacional”, afirmou Paulo Cayres, presidente da CNM/CUT.

 

Desde o início de sua história, a Confederação também realizou diversos projetos e atividades de atuação direta na formação de trabalhadores e trabalhadoras para a Organização no Local de Trabalho (OLT). “Em nosso último congresso, que aconteceu em abril de 2015, nós reafirmamos o fortalecimento da OLT, por meio de Comitês Sindicais de Empresas e das CIPAS (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes), das redes sindicais e de ações articuladas entre os sindicatos de base”, contou Cayres.

 

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CNM/CUT)

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