Negociações travam no Grupo 10

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Na tarde desta quinta-feira(28), a Federação dos Sindicatos do Metalúrgicos da CUT São Paulo, a FEM-CUT/SP se reuniu, mais uma vez, com a bancada patronal do Grupo 10, que representa a FIESP e indústrias inorganizadas em sindicatos patronais.

“Barrar os efeitos da Reforma Trabalhista é um dos objetivos para esta Campanha Salarial”, explicou Adilson Faustino, o Carpinha, Secretário Geral da FEM-CUT/SP. Desde o início das negociações para a data-base de 2017, a bancada dos trabalhadores/as tem defendido a assinatura de uma cláusula de salvaguarda, que garante o compromisso de negociação antes de qualquer aplicação da Reforma Trabalhista ou Terceirização. “Com toda esta instabilidade, incertezas trazidas com este desmonte do direito trabalhista, aprovado sem qualquer debate com os trabalhadores, esta cláusula pode trazer alguma segurança para ambas as partes”, pontuou Andrea Sousa, Secretária da Mulher da FEM-CUT/SP.

Já o patronal acredita que “haverá cautela” por parte dos empresários na aplicação da Reforma. “Não é isso que vemos na base. Alguns empresários estão ansiosos pela chegada do dia 12 de novembro, data que passa a vigorar as mudanças, para retirar direitos dos trabalhadores”, rebateu Carpinha.

A FEM-CUT/SP solicitou que na próxima rodada de negociação, ainda sem data, a bancada patronal se posicione sobre as cláusulas sociais e econômica.

 

Agência de notícias da  FEM-CUT/SP

Foto: Marina Selerges/FEM-CUT/SP


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