CUT sai em defesa da saúde pública neste dia 7

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O Sistema Único de Saúde (SUS), como tudo que é público, universal e acessível a toda a população, virou alvo do ilegítimo Michel Temer (PMDB).

 

Referência mundial de tratamento inclusivo, o modelo também sofrerá com cortes do golpista e, para defendê-lo, entidades dos movimentos sindical e sociais vão às ruas da capital paulista nesta sexta-feira (7), Dia Mundial da Saúde.

 

As organizações farão um ato às 11h, na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal. Depois, sairão em caminhada pelas ruas do centro de São Paulo. Na ocasião, a população paulistana receberá uma carta aberta que explica porque o SUS não pode ser vendido e privatizado.

 

A defesa se dá por um sistema público, gratuito e de qualidade, afirma o secretário de Saúde do Trabalhador da CUT-SP, Wagner Menezes, o Marrom. “A saúde é um direito e não um produto mercadológico. Esta é a luta que levamos às bases, este é o debate que travamos com a sociedade, ainda mais em um momento em que um golpe está instalado no Brasil”, diz o dirigente.

 

Menezes lembra que, além da terceirização e da reforma da Previdência, retrocessos inegáveis, os golpistas aprovaram a Proposta de Emenda Constitucional 55. “Teremos investimentos congelados por 20 anos, inclusive na educação. Na saúde, sabemos que os SUS perderá até R$ 743 bilhões, o que demonstra a manobra de sucateamento dos parlamentares, atrelados ao governo, que aprovaram esta medida absurda”, diz.

 

O dirigente afirma ainda que antes da Constituição de 1988 só quem tinha carteira assinada tinha acesso à saúde pública, situação que mudou a partir da conquista da universalidade que ampliou este direito a todo e qualquer cidadão.

 

Agência de notícias da  FEM-CUT/SP


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